Aos que disseram que não iria ser:
Foi, permanece a forma e será
Enquanto a vontade vier
Enquanto a Terra não ceder
Olhos que me ignoram
Bem fazem para as suas miopias
Aqueles que me cercam
Que vejam mais as minhas verdades
Que a dose de meu caminhar
Seja incentivo para tuas lembranças
Dome o teu comodismo
E faça teus passos cruzarem minha estrada.
13 de fevereiro de 2011
12 de outubro de 2010
Confundi dentro de mim a mim mesma
com aquele ser que não sei dizer se há
se houvesse o que falar e transcender
você poderia entender e me dissolver
engolir e se confundir assim como a mim
eu iria me sentir misturada e sua mistura
lhe seria sensível e nos olhos os outros
iriam nos ver confundidos e mexidos
transmitidos e transmitindo confusão.
com aquele ser que não sei dizer se há
se houvesse o que falar e transcender
você poderia entender e me dissolver
engolir e se confundir assim como a mim
eu iria me sentir misturada e sua mistura
lhe seria sensível e nos olhos os outros
iriam nos ver confundidos e mexidos
transmitidos e transmitindo confusão.
27 de setembro de 2010
27 de agosto de 2010
2 de agosto de 2010
14 de julho de 2010
1 de julho de 2010
22 de junho de 2010
Poderia ver o sol se esconder
E ver a chuva lavar a intranqüilidade da rua
Pegaria a noite e engoliria de vez
Para as nuvens se dispersarem
E encobrirem a imensidão da lua
Destruiria os carros e o asfalto viraria pó
Sem o barulho das máquinas
Ouviria os pássaros cortando o vento
E a sincronia do movimento iria reinar
A onda de energia dominando o pensamento...
8 de junho de 2010
2 de junho de 2010
12 de maio de 2010
2 de maio de 2010
Está cada dia mais difícil dormir. Dormir mesmo, deitar, descansar e adormecer, sonhar e despertar com a sensação de alívio e tranqüilidade no corpo. E na mente também.
Talvez o fato de minha mente não conseguir facilmente se tranqüilizar, me fez começar esse texto. Começar, por que não sei se terminarei. O cansaço é forte, o sono é acumulado, sabe? Parece que o peso existente é maior, mas ele não é maior. Talvez seja, mas uma única dormida já resolveria, ou não resolveria. Não sei. Eu tentei sonhar da ultima vez que tentei dormir, mas ultimamente tenho ficado nas tentativas. Eu poderia me concentrar num céu azul e criar um barulho de mar antes de tentar, mas nem isso o sono deixa.
Da ultima vez que chorei, adormeci. Sim, eu adormeci e acordei com o sono mais perturbador que antes. Ai eu conclui que não tinha adormecido de verdade. Não sei o que foi que me aconteceu, nem sei o que anda acontecendo com meus sonhos, queria saber quem, naquela ultima noite que eu dormi realmente, me condenou a essa angústia que me faz escrever agora.
Seria sim, muito mais interessante ir dormir, e sonhar, e descansar e acordar e não ler esse texto do que ler ele agora. Dizem que ler faz o sono aparecer e se saciar. Relevando isso, eu escreverei pra eternidade, ou até que eu adormeça e sacie esse sono. Vendo que eu leio sempre tudo que escrevi ao final de cada parágrafo, acho que daqui pra nestante vou conseguir pegar no sono. Mas é pegar mesmo, tocar e sentir esse sujeito que me faz doer a cabeça.
E como dói essa minha cabeça! Acho que é o peso, eu não consigo me adequar a ele. Tem gente que vive suportando essa falta de uma noite bem dormida, ou um dia bem dormido para que se possa aproveitar o dia. Eu não ando aproveitando nem o dia nem a noite. Nem dormindo, nem acordada. Ando assim assim, parecendo que o comando está nas mãos de outra pessoa. Poderia ser legal sentir-se comandada por outra pessoa em alguma situação, mas nessa situação não é bom, nem no sexo por que não há sexo.
Talvez o fato de minha mente não conseguir facilmente se tranqüilizar, me fez começar esse texto. Começar, por que não sei se terminarei. O cansaço é forte, o sono é acumulado, sabe? Parece que o peso existente é maior, mas ele não é maior. Talvez seja, mas uma única dormida já resolveria, ou não resolveria. Não sei. Eu tentei sonhar da ultima vez que tentei dormir, mas ultimamente tenho ficado nas tentativas. Eu poderia me concentrar num céu azul e criar um barulho de mar antes de tentar, mas nem isso o sono deixa.
Da ultima vez que chorei, adormeci. Sim, eu adormeci e acordei com o sono mais perturbador que antes. Ai eu conclui que não tinha adormecido de verdade. Não sei o que foi que me aconteceu, nem sei o que anda acontecendo com meus sonhos, queria saber quem, naquela ultima noite que eu dormi realmente, me condenou a essa angústia que me faz escrever agora.
Seria sim, muito mais interessante ir dormir, e sonhar, e descansar e acordar e não ler esse texto do que ler ele agora. Dizem que ler faz o sono aparecer e se saciar. Relevando isso, eu escreverei pra eternidade, ou até que eu adormeça e sacie esse sono. Vendo que eu leio sempre tudo que escrevi ao final de cada parágrafo, acho que daqui pra nestante vou conseguir pegar no sono. Mas é pegar mesmo, tocar e sentir esse sujeito que me faz doer a cabeça.
E como dói essa minha cabeça! Acho que é o peso, eu não consigo me adequar a ele. Tem gente que vive suportando essa falta de uma noite bem dormida, ou um dia bem dormido para que se possa aproveitar o dia. Eu não ando aproveitando nem o dia nem a noite. Nem dormindo, nem acordada. Ando assim assim, parecendo que o comando está nas mãos de outra pessoa. Poderia ser legal sentir-se comandada por outra pessoa em alguma situação, mas nessa situação não é bom, nem no sexo por que não há sexo.
5 de março de 2010
Na noite a boca sangra
Os ouvidos se alegram
Ao som de Grace
Os olhos se torturam
Diante da claridade
Os dedos obedecem a mente
Que com sua empáfia
Acorda todo o resto
O resto é restoE só continua se a mente mandar
A mente ordena e condena
Os olhos sangram
Os ouvidos se alegram
A boca se devora
A mente não suspira.
Tela de Nelson Magalhães Filho
3 de fevereiro de 2010
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